Muito, muito além !!!

A vida de um azarado !

Puteiro na João Pessoa (capitulo 4)

Onde estavamos até agora:

Estavamos no putero com a missão de proporcionar ao Tulhão a perda do cabaço, arrumei uma garota que queria encarar a missão mas estava cobrando um pouco caro.o

Combinamos tudo com ela e ficamos por alí consumindo cervejas especiais (Antarctica R$6,00) e descobrimos então que tinhamos esquecido o João Paulo e nosso dinheiro todo na mochila dele!

Se vc tem mais de 18 anos e ainda não sabe o que rolou até agora procure os capitulos anteriores aí do lado, se vc ainda tem menos de 18, primeiro vai aprender a se limpar sozinho !!

_________ Capitulo 4 ________________________

Sabe aquele cara que é muito gente boa, mas quando bebe um pouquinho, perde a noção ?
Então, este é o João Paulo.
Pra imaginar o que eu to falando, a galera chama ele de Darth Vader quando tá bebado !
É sério, o cara fica muito escroto, fala o que acha que deve, dá problema, desaparece, deixa a galera preocupada.
Estavamos a beira do corredor, decidindo o que fazer.
A morena olhava em nossa direção e já fazia cara de impaciente.
Perguntei no balcão quanto já tinha dado a conta até agora
Não devia ter perguntado.
R$45,00
Eu tava bebado também, a morena me deixou mais desorientado ainda, não tinha carteira, nem documentos, nem dinheiro, nem nada
Tudo que eu podia pensar foi:
__ Rafael, você vai achar o João Paulo, eu fico aqui segurando a conta enquanto o Tulhão vai pro quarto com a morena.
Olhei pra ela com cara de decepcionado.
Porque não era eu ? afinal, ela disse que seria minha pérola…
Parei de viajar, tentei voltar a realidade.
Levei o Tulhão até a Pérola enquanto via o Rafael tentando abrir a porta de vídro enquanto algumas garotas cercavam ele.
Sentamos, na mesa e pedimos outra cerveja.
Na minha cabeça era menos R$6,00 pra cada cerveja que pediamos.
__ Humm, trouxe um amigo, disse Pérola, estendendo a mão para Tulhão
Ele passou uns segundos admirando o corpo dela, e ela ficou olhando para ele sem entender muito bem o que ocorria
Ele sentou ao lado dela meio desajeitado, caindo por cima das pernas da garota e balançando a mesa.
Eu sentei do outro lado.
Já de cara ela colocou uma perna em cina da perna de cada um de nós deixando toda a calcinha a mostra e as pernas bem abertas.
__ Então safadinhos, vocês querem fazer uma suruba é isto ?
Ela estava visivelmente querendo levar um de nós para o quarto, deve ter achado que estavamos cheios da grana, provavelmente pensou que eram uns filhinhos de papai que estavam alí zoando.
Mal sabia ela que estavamos duros, e se o Rafael não encontrasse o João Paulo com a grana, estariamos certamente enrolados.
O Tulhão começou a rir igual uma hiena assistindo Simpsons.
__ Então Pérola, meu amigo aqui Tulhão é virgem, eu trouxe ele aqui para uma Pérola como você, tirar a virgindade dele com classe e bem feito
__ Eu também sou virgem. Disse ela ironicamente
Eu já sabia que ela não acreditaria nisto, afinal, nem eu mesmo acreditei quando soube. Agora a proxima missão seria convence-la de que era verdade.

Nisto o Tulhão balbuciou algo como: __ Sou virgem mesmo e não tenho vergonha de falar não.

Mas ele disse isto tão enrolado que eu demorei uns 5 minutos para entender, acho que a pérola entendeu mais facil, pois ela abriu um sorrizo e começou a acaricia-lo por cima da calça.
__ Perola, querida, um mulherão como você, não leva mais de 10 minutos para acabar com ele, acho que deveriamos combinar um precinho melhor.
__ Ok, pra acabar com essa melação, R$50,00 Dinheiro na mão calcinha no chão, dinheiro sumiu, calcinha subiu !

_Combinado.

Comecei a rir igual uma hiena andando de patinete quando ela disse isto, ensaiei tirar a carteira que não existia do bolso enquanto pérola pegou Tulhão pelas mãos e foi caminhando em direção ao quarto.
__ Pague no caixa tudo, minha parte e o quarto.
Entraram.
Putz, quase ela fica sabendo que estavamos sem grana, agora era rezar para eles demorarem um pouco para dar tempo do Rafael chegar com o João Paulo e minha carteira.
Sentei junto ao bar, logo a velha loira dos cabelso desgrunidos chegou perto de mim.
__ O que vai beber ?
__ Nada.
__ Pra ficar aqui tem que consumir.
Putz, lá vai mais 6 reais.
__ Me traz uma cerveja então.
O tempo passou, já estava no meio da quarta cerveja e nada do Tulhão sair do quarto com a garota, e nem do Rafael chegar com a grana, o que só foi acontecer umas 2 horas depois, e tudo da pior forma possível
O Rafael chegou, veio direto ao meu encontro, antes de falar qualquer palavra, olhou pra minha cara, olhou para o copo cheio em cima da mesa, pegou o copo e virou em um gole só.
__ Não achei o João Paulo em lugar nenhum, procurei até nos hospitais, cade o Tulhão, vamos dar um jeito de cair fora daqui.
Aquilo caiu como uma bomba.
Engoli seco, a tia do balcão estava com certeza percebendo que alguma coisa estava errada.
__ Não dá para sairmos, o Tulhão está no quarto, com a Pérola a mais de 2 horas.
Neste momento, como que se fosse combinado, vimos o Tulhão saindo do quarto com a garota, saindo do corredor, com os cabelos molhados, penteados de lado e abraçado em Pérola como se fossem namorados de longa data.
Pronto, só me faltava agora o Tulhão se apaixonar na puta.
Ele chegou abraçado na garota e abriu um sorrizo, tinha passado até a bebedeira
__ Traz seu amigo aqui outras vezes, ele é legal. Disse Pérola para a nossa surpresa e com uma carinha bem safada no rosto.
__ Pode deixar trago sim, da proxima vez ele já deve trazer as alianças, já está tudo certo lá no caixa viu. Disse com uma certa ironia
Perola sorriu e caminhou em direção ao caixa.
__ Vão saindo, vão saindo. Eu disse meio de lado
O Rafael fez uma cara de espantado e foi saindo rapidamente pela porta, já o Tulhão não entendeu direito e continuou sorrindo e olhando para Pérola, os olhos dele até brilhavam e juro que ví ele enviando um beijinho enquanto eu o puxava pelo braço e saia pela porta da frente.
Já estavamos no jardim da frente, entramos no carro e fomos dando ré para pegar a João Pessoa e partir rumo ao centro, mais 100 metros e estariamos livres daquele pesadelo.
Foi quando ví um grande movimento do lado de dentro da casa, as putas todas correndo para a parte de vidro para olharem para nós, um cara, de uns 10 metros por 15 saiu correndo e entrou em um fusca vermelho que estava na garagem, enquanto a tia velha estranha do caixa gritava. __ Pega esses caloteiros Paulão, dá neles.
O Rafael pisou o mais fundo que pode, quase bate numa lata de lixo e saiu louco cantando pneus e me jurando de morte, enquanto o Paulão vinha atras no fusca vermelho com a cabeça pra fora e gritando, eu vou matar voceissssss !!
__ Rafael, pelo amor de deus, prometi para a Pérola que a veria denovo no sábado, ia até levar ela naquela almoço de aniversário da sua mãe, então pisa fundoooooooooooooo !!

Continua no proximo capitulo daqui a um tempo !

4 04UTC agosto 04UTC 2009 Publicado por | Uncategorized | 1 Comentário

   

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