Muito, muito além !!!

A vida de um azarado !

Puteiro na João Pessoa (capitulo 5)

Estavamos quase fugindo do puteiro sem chamarmos atenção quando escutamos a cafetina mor gritando para um gigante de uns 2 metros de altura por 2 de largura: __Pega esses caloteiros Paulão, dá neles.
O Rafael pisou o mais fundo que pode, quase bate numa lata de lixo e saiu louco cantando pneus e me jurando de morte, enquanto o Paulão vinha atras no fusca vermelho com a cabeça pra fora e gritando, eu vou matar voceissssss !!
__ Rafael, pelo amor de deus, prometi para a Pérola que a veria denovo no sábado, ia até levar ela naquela almoço de aniversário da sua mãe, então pisa fundoooooooooooooo !!

Se você não sabe o que estava acontecendo volte pelas histórias e leia, se você tem menos de 18 anos, vai pro shopping.

______________ Capitulo 5 __________________________

O carro serpenteava pelas ruas da cidade enquanto todos gritavam lá dentro.
O Tulhão não queria aceitar ter que deixar a Pérola pra tras, achava que o Paulão faria algum mal a ela, quando
olhou pra tras e viu o fusca vermelho vindo bem na nossa cola e começou a gritar
__ Rafal, pisa fundo, tem uma joaninha gigante seguindo a genteeeee
Viramos mais umas ruas quando avistei uma fumaça saindo do fusca da morte atras de nós, e aos poucos ele foi diminuindo a velocidade
e sumiu. viramos mais umas esquinas e entramos em uma rua escura. O Rafael desligou o carro e as luzes e gritou pra todos ficarem quietos
O tempo passou rapido até meu coração voltar ao normal
__ Ufa. disse o Rafael depois de umas 2 horas que estavamos naquele beco escuro e mal cheiroso.
__ Acho que podemos ir embora.
Paramos em frente a padaria, eu desci do carro e deitei na grama do jardim ao lado, o Tulhão entrou para ver se conseguia nosso café
e o Rafael preparou outro baseado.
__ Isto vai acabar te matando.
O dia estava amanhecendo, e aquele cheiro de quitandas entrava pelas nossas narinas ainda mais que o baseado do Rafael
__ Ohh Rafael, apaga essa merda que ainda vai dar um jeito de sermos presos heim cara, é só o que me falta mesmo
__ Ahh cara, não enche o saco. Disse grilado
Nesta hora o Tulhão veio saindo da padaria com a mão cheia de bombons, um saquinho com salgados e uma caixa de suco
__ Como é que você conseguiu comprar isto tudo ? Perguntei indignado
__ Meu pai tem conta aqui. Disse ele me entregando o suco
__ Me dá um bombom aí. Pediu o Rafael já naquela larica
__ Não, os bonbons são para a Pérola
Rachamos de rir igual uma hiena lendo este blog
__ Tulhão, quero que você entenda uma coisa, você nunca mais vai ver a Pérola, primeiro que se você voltar lá
vai ter a primeira experiência homosexual da sua vida, pq o Paulão te estupra, e depois, é que ela é uma mulher da vida
uma puta, é só aquilo e acabou, arruma uma namorada e pronto, vai poder fazer com ela o que fez com Pérola todo dia
O Tulhão ficou pensativo sentado no banco do parque enquanto o Rafael devorava todos os salgados e já começava a pegar os bombons
Me levantei já pensando em ir embora, quando
Triiiiiiiiiimmmmmmmm (é, isso mesmo, meu telefone)
Era a mãe do João Paulo, perguntando se tinhamos visto o filho da puta
Eu disse que não, que ele tinha ido pra casa ontem e pronto, mas no final da conversa falei pra ela olhar no elevador, pq o
João Paulo tinha bebido um pouco demais.
Fomos andando.
O Rafael me deixou na porta de casa, o Tulhão já estava babando no banco do passageiro, nos despedimos combinamos de fazer alguma
coisa no dia seguinte e entrei.
Nada como estar em casa, ainda mais depois de uma noites destas.
Minha mãe estava na cozinha fazendo café, entrei de fininho para que ela não percebesse nada, mas não adiantou
__ Tulio, é você que está chegando ? Perguntou ela com a vóz meio áspera
__ Sou eu sim mãe. Respondi
Ela veio andando lá da cozinha enchugando as mãos em um pano de prato
__ O que vocês fizeram com o João Paulo ? A mãe dele ligou aqui falando que ele estava dormindo no elevador e que você sabia disto
Comecei a rir igual uma hiena transando com um porco espinho
__ Ah mãe o João Paulo é um idióta, deve ter bebido demais ontem e dormiu no elevador, eu não sabia não, só foi um palpite
Respondi já tirando a camiseta e entrando para o quarto.
Enfim minha cama, deitei e dei aquela suspirada ahhhh, Relaxei ao máximo e já começava a cochilar quando
Triiiiiiiimmmmmmmm (vocês já entenderam neh)
__ Alô. Atendi o telefone
Um choro fino e feminino do otro lado da linha me deixou preocupado quando de repente
__ Preciso falar com você, preciso que você me ajude.
Era a Dani…

Continua em breve, só não sei quando será !!!

19 de abril de 2011 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Puteiro na João Pessoa (capitulo 4)

Onde estavamos até agora:

Estavamos no putero com a missão de proporcionar ao Tulhão a perda do cabaço, arrumei uma garota que queria encarar a missão mas estava cobrando um pouco caro.o

Combinamos tudo com ela e ficamos por alí consumindo cervejas especiais (Antarctica R$6,00) e descobrimos então que tinhamos esquecido o João Paulo e nosso dinheiro todo na mochila dele!

Se vc tem mais de 18 anos e ainda não sabe o que rolou até agora procure os capitulos anteriores aí do lado, se vc ainda tem menos de 18, primeiro vai aprender a se limpar sozinho !!

_________ Capitulo 4 ________________________

Sabe aquele cara que é muito gente boa, mas quando bebe um pouquinho, perde a noção ?
Então, este é o João Paulo.
Pra imaginar o que eu to falando, a galera chama ele de Darth Vader quando tá bebado !
É sério, o cara fica muito escroto, fala o que acha que deve, dá problema, desaparece, deixa a galera preocupada.
Estavamos a beira do corredor, decidindo o que fazer.
A morena olhava em nossa direção e já fazia cara de impaciente.
Perguntei no balcão quanto já tinha dado a conta até agora
Não devia ter perguntado.
R$45,00
Eu tava bebado também, a morena me deixou mais desorientado ainda, não tinha carteira, nem documentos, nem dinheiro, nem nada
Tudo que eu podia pensar foi:
__ Rafael, você vai achar o João Paulo, eu fico aqui segurando a conta enquanto o Tulhão vai pro quarto com a morena.
Olhei pra ela com cara de decepcionado.
Porque não era eu ? afinal, ela disse que seria minha pérola…
Parei de viajar, tentei voltar a realidade.
Levei o Tulhão até a Pérola enquanto via o Rafael tentando abrir a porta de vídro enquanto algumas garotas cercavam ele.
Sentamos, na mesa e pedimos outra cerveja.
Na minha cabeça era menos R$6,00 pra cada cerveja que pediamos.
__ Humm, trouxe um amigo, disse Pérola, estendendo a mão para Tulhão
Ele passou uns segundos admirando o corpo dela, e ela ficou olhando para ele sem entender muito bem o que ocorria
Ele sentou ao lado dela meio desajeitado, caindo por cima das pernas da garota e balançando a mesa.
Eu sentei do outro lado.
Já de cara ela colocou uma perna em cina da perna de cada um de nós deixando toda a calcinha a mostra e as pernas bem abertas.
__ Então safadinhos, vocês querem fazer uma suruba é isto ?
Ela estava visivelmente querendo levar um de nós para o quarto, deve ter achado que estavamos cheios da grana, provavelmente pensou que eram uns filhinhos de papai que estavam alí zoando.
Mal sabia ela que estavamos duros, e se o Rafael não encontrasse o João Paulo com a grana, estariamos certamente enrolados.
O Tulhão começou a rir igual uma hiena assistindo Simpsons.
__ Então Pérola, meu amigo aqui Tulhão é virgem, eu trouxe ele aqui para uma Pérola como você, tirar a virgindade dele com classe e bem feito
__ Eu também sou virgem. Disse ela ironicamente
Eu já sabia que ela não acreditaria nisto, afinal, nem eu mesmo acreditei quando soube. Agora a proxima missão seria convence-la de que era verdade.

Nisto o Tulhão balbuciou algo como: __ Sou virgem mesmo e não tenho vergonha de falar não.

Mas ele disse isto tão enrolado que eu demorei uns 5 minutos para entender, acho que a pérola entendeu mais facil, pois ela abriu um sorrizo e começou a acaricia-lo por cima da calça.
__ Perola, querida, um mulherão como você, não leva mais de 10 minutos para acabar com ele, acho que deveriamos combinar um precinho melhor.
__ Ok, pra acabar com essa melação, R$50,00 Dinheiro na mão calcinha no chão, dinheiro sumiu, calcinha subiu !

_Combinado.

Comecei a rir igual uma hiena andando de patinete quando ela disse isto, ensaiei tirar a carteira que não existia do bolso enquanto pérola pegou Tulhão pelas mãos e foi caminhando em direção ao quarto.
__ Pague no caixa tudo, minha parte e o quarto.
Entraram.
Putz, quase ela fica sabendo que estavamos sem grana, agora era rezar para eles demorarem um pouco para dar tempo do Rafael chegar com o João Paulo e minha carteira.
Sentei junto ao bar, logo a velha loira dos cabelso desgrunidos chegou perto de mim.
__ O que vai beber ?
__ Nada.
__ Pra ficar aqui tem que consumir.
Putz, lá vai mais 6 reais.
__ Me traz uma cerveja então.
O tempo passou, já estava no meio da quarta cerveja e nada do Tulhão sair do quarto com a garota, e nem do Rafael chegar com a grana, o que só foi acontecer umas 2 horas depois, e tudo da pior forma possível
O Rafael chegou, veio direto ao meu encontro, antes de falar qualquer palavra, olhou pra minha cara, olhou para o copo cheio em cima da mesa, pegou o copo e virou em um gole só.
__ Não achei o João Paulo em lugar nenhum, procurei até nos hospitais, cade o Tulhão, vamos dar um jeito de cair fora daqui.
Aquilo caiu como uma bomba.
Engoli seco, a tia do balcão estava com certeza percebendo que alguma coisa estava errada.
__ Não dá para sairmos, o Tulhão está no quarto, com a Pérola a mais de 2 horas.
Neste momento, como que se fosse combinado, vimos o Tulhão saindo do quarto com a garota, saindo do corredor, com os cabelos molhados, penteados de lado e abraçado em Pérola como se fossem namorados de longa data.
Pronto, só me faltava agora o Tulhão se apaixonar na puta.
Ele chegou abraçado na garota e abriu um sorrizo, tinha passado até a bebedeira
__ Traz seu amigo aqui outras vezes, ele é legal. Disse Pérola para a nossa surpresa e com uma carinha bem safada no rosto.
__ Pode deixar trago sim, da proxima vez ele já deve trazer as alianças, já está tudo certo lá no caixa viu. Disse com uma certa ironia
Perola sorriu e caminhou em direção ao caixa.
__ Vão saindo, vão saindo. Eu disse meio de lado
O Rafael fez uma cara de espantado e foi saindo rapidamente pela porta, já o Tulhão não entendeu direito e continuou sorrindo e olhando para Pérola, os olhos dele até brilhavam e juro que ví ele enviando um beijinho enquanto eu o puxava pelo braço e saia pela porta da frente.
Já estavamos no jardim da frente, entramos no carro e fomos dando ré para pegar a João Pessoa e partir rumo ao centro, mais 100 metros e estariamos livres daquele pesadelo.
Foi quando ví um grande movimento do lado de dentro da casa, as putas todas correndo para a parte de vidro para olharem para nós, um cara, de uns 10 metros por 15 saiu correndo e entrou em um fusca vermelho que estava na garagem, enquanto a tia velha estranha do caixa gritava. __ Pega esses caloteiros Paulão, dá neles.
O Rafael pisou o mais fundo que pode, quase bate numa lata de lixo e saiu louco cantando pneus e me jurando de morte, enquanto o Paulão vinha atras no fusca vermelho com a cabeça pra fora e gritando, eu vou matar voceissssss !!
__ Rafael, pelo amor de deus, prometi para a Pérola que a veria denovo no sábado, ia até levar ela naquela almoço de aniversário da sua mãe, então pisa fundoooooooooooooo !!

Continua no proximo capitulo daqui a um tempo !

4 de agosto de 2009 Posted by | Uncategorized | 1 Comentário

Puteiro na João Pessoa (capitulo 3)

Onde estava a história:

O Filho da puta do calvo me pois pra fora por descobrir que eu comi a prima dele, o vacilão aqui pegou a roupa errada na hora de sair correndo.

Ele ficou griladão e mandou todo mundo vazar da casa dele, e o bando de bebado louco insano resolveu que era hora do Tulhão perder a virgindade, então,  puteiro neh !!

Se vc é maior de 18, le aí, senão vai estudar pra prova !!!

______________ Capitulo 3 _________________________________

Puta que pariu caraleo, eu devo ter dado uma bela cagada em uma cruz mesmo, e ainda colocado um CD do Xandy e das Sexy Dolls pra ela escutar.
Estive pensando que para alguma coisa dar certo, não depende de calculo, cuidado ou mesmo qualquer coisa parecida, porque o azar simplesmente escolhe alguns e pronto, fica.
E também, por que será que de repente tem que passar na cabeça de 4 jovens de 18 anos que eles deveriam ir em um puteiro, caindo de bebados e sem muita noção do que fazer ?
Depois do Tulhão ter vomitado as tripas, um rim, meio intestino deogado, umas 5 caixas de cerveja e uma azeitona, conseguimos coloca-lo no carro e partimos em busca daquela aventura insana.
Tinha 20 pratas no bolso, e sabia que aquela grana não daria para me aventurar com nenhuma catirina da noite naquele dia.
Mas já estava satisfeito com Dani, então decidi que seria justo empenhar também no descabaço de meu amigo, afinal, pra que servem os amigos a não ser para colocar os outros amigos em fria !
Chegamos no local, era uma casa de tijolos a vista, com uma grande porta de vidro na frente, a garagem era fechada, mas ao entrar, já se via várias garotas desfilando em frente a porta de vidro com roupas minusculas, babydolls ou mesmo lingeries.
O Junior já começou a dar sinal de vida apesar da bebedeira e de Dani, nunca negaria uma a mais, mas achava que seria exagero, olhei para baixo e disse que agora era a vez do amigo, que tinha que esperar sua vez …
Os caras riram e entramos, meio abraçado, como os marinheiros de uma perna só.
Tá, estavamos bebados, rindo igual umas hienas assistindo stand-up, falando alto e o lugar estava cheio, então imaginem se chamamos a atenção !!
No primeiro comodo era uma sala com 3 sofás grandes e confortáveis, onde várias garotas da vida (expressão legal) ficavam sentadas conversando com uns tipos estranhos.
Os cara pareciam ter saidos dos confins de algum bairro em construçao, aqueles tipos de chapeu e bainha de canivete dependurada no cinto.
Não nos intimidamos, bebado sempre fica corajoso, entramos e sentamos perto do bar, que ficava a esquerda desta sala.
Em um piscar de olhos já tinha uma garota conversando com cada um de nós.
Garotas espertas aquelas, vieram cercandos os babacas bebados e acariciando e elogiando, em meio de uma conversa e outra elas pediam para pagarmos uma dose.
Estranho mas aquelas meninas bebiam pra caralho e nunca ficavam bebadas.
Só depois de velho que eu fui entender o porque disto, mas não vem ao caso agora, ou estaremos saindo do foco da história.
Eu olhava a cena e não entendia nada, o unico cara que deveria estar conversando com todas elas, estava sentado em um canto sozinho, o Tulhão, encostado no bar tomando uma cerveja com cara de quem só queria cair.
Cheguei perto dele e disse:
__ Cara, a noite é sua, você não vai precisar fazer nada, escolhe uma garota e aponta com o dedo que eu vou conversar com ela pra vc.
Tulhão olhou ao longe, meio perdido nas luzes giratórias de uma pista de dança improvisada em um corredor perto de um quintal e com olhar mole e fixo apontou o dedo estendendo o braço.
Não imaginei que ele faria mesmo desta forma, mas foi exatamente assim que aconteceu.
Era uma morena, baixinha, super gostosa, pernas grossas e roliças, sainha curtinha preta, toda vez que ela se sentava deixava aparecer uma pontinha da calcinha, vermelha puta, de fitinha, ela tinha uns olhos claros que nunca saberei se eram lentes de contato, lindos, e uma pele lisinha morena, com marquinhas de biquine perfeitas.
Na hora pensei me dizer, Opaa essa é minha, mas seria uma baita sacanagem.
Apesar de que eu estava convecido de que aquilo tudo era um baita disperdício, porque de tão bebado o que iria acontecer era o Tulhão apagar no meio da transa.
Ok, alvo estabelecido, preparei a mira, ajustei os propulsores e fui conversar com a garota
__ Olá, você está sozinha ?
__ Não, estou com meu noivo, falou ela com tom de ironia e depois continuou. Estou com quem quiser pagar gatinho, isso aqui é uma zona.
Comecei bem, bati a mão na testa como quem diz, que idióta neh, mas retruquei também com ironia.
__ Você acaba de destruir minha fantasia.
A garota riu. e eu também
__ Meu nome é Pérola, e o seu ?
__ Meu nome é Tulio.
__ Prazer Túlio. Ela colocou a perna em cima das minhas pernas e se aproximou para dar os 3 beijinhos, deixando a calcinha totalmente a mostra, e um perfume estonteante.
Ela chegou perto de meu pescoço e disse deixando meus pelos arrepiados
__ Você sabe a diferença entre uma mulher e uma Pérola ?
__ Eu pensei por alguns segundos e disse que não
Ela então respondeu.
__ É que uma mulher só se pode enfiar por um lado, e uma pérola se pode enfiar pelos dois lados.
Pronto, aquilo foi o bastante para meu lado animal falar mais alto e eu querer leva-la para a cama na mesma hora.
Mas tinha que ser sensato, não podia sair enfiando nada por lado nenhum assim, de qualquer jeito.
Respirei fundo enfim perguntei
__ E de quanto eu teria que despor para ter essa pérola a minha disposição ?
__ Cem reais respondeu ela, com uma vóz doce.
__ Mas você é tão gatinho que vou por oitenta.
Levante o mais depressa o possível, disse para ela que esperasse alguns instantes que eu já voltava.
Enquanto saia ela ainda passou a mão por cima da minha calça e olhou com uma carinha de safada que me pirou mais ainda
__ Não vai fazer nada sem sua Pérola heim.
E se virou bebericando do copo sobre a mesa e ajeitando a saia que já estava acima da cintura.
Fui de encontro aos caras, fizemos uma reunião em frente ao corredor, atras de umas cortinas.
O Tulhão cambaleando chegou perto já perguntando
__ E aí ? o que eu faço agora ?
__ Fica calado por enquanto Tulhão, quanto nos temos ?
Todos abriram as carteiras e tiraram uns trocados.
R$23,00 reais e uns quebrados, não daria nem pro cheiro
__ Rafael, cade minha carteira ? eu tinha mais dinheiro escondido
__ Ué você deixou com o João paulo lembra que pediu para que ele guardasse na mochila ? Respondeu o Rafael
__ Tá bom, e cade o João Paulo ?

Putz, esquecemos o João Paulo !!!!!!!!!

Continua em algum tempo…

10 de julho de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Puteiro na João Pessoa (capitulo 2)

Onde estava a história:

tinha acabado de transar com a prima do Calvo na cama dele, saí fugido do quarto e voltei para a sala onde estavam todos, quando Calvo chegou e disse que queria conversar comigo lá fora. e daí…

___________________ Capitulo 2 _____________________

Eu acho uma puta sacanagem esse lance de vamos ali conversar, ou preciso falar sério com você depois.

Depois a puta que pariu, quer conversar, falar alguma coisa que acha importante, fala na hora.

Podem até pensar que tenho a conciencia pesada, vai ver é até isso mesmo, mas prefiro resolver minhas parada na hora, só que estava na casa do cara neh então…

Já estava até assustado com esse lance de conversar sério
Ele não tinha desconfiado, não tinha como, a não ser que ela tivesse contado, mas isto eu duvido, ela sabia que se falasse o Calvo iria dar um jeito de não nos vermos mais.
Fiquei na minha, se desse um jeito de sair fora me condenaria, mas se ficasse podia tomar uma surra.
Decidi ficar, afinal o cara era amigo meu a muito tempo.
Chegamos na porta da mansão, todas as casas ao redor tinham uma guarita com um guarda dentro, olhei em volta enquanto o Calvo fechava o portão atrás de nós
nem reparei quando olhei pra ele um fino fio de suor corria pela tempora abaixo dos ralos cabelos.
A surpresa foi maior ao me virar e perceber que o Calvo estava com um semblante fechado, como se estivesse com vontade de matar alguem, provavelmente eu.
Sabe que tem horas que eu deveria ficar calado, eu sempre soube que minhas piadinhas fora da hora me colocariam em fria um dia.
Madita hora que falei:
__ Calvo, não sei o que está querendo, mas eu sou Hetero cara.

Ganhei um empurrão que quase caí sentado.

__ Voce comeu minha prima. Gritava calvo olhando pra mim com raiva nos olhos

__ Que isso cara, tava o tempo todo sentado na sala, como assim. Tentei mentir

__ Tira a camisa. Pediu Calvo

Eu sem entender nada ainda tentei conversar

__ Calma ae calvo, olha lá o que vai fazer.

__ Tira a porra da camiseta senão te encho de porrada aqui na porta da minha casa, e pode acreditar que não vai ter ninguem pra te salvar.

Achei melhor tirar a camiseta e entregar pra ele.

__ Essa camiseta é minha, tava em cima da minha cama quando você foi pra lá com minha prima, a sua ficou lá, e uma cueca também, mas a cueca não precisa tirar não o seu imbecil.

Calvo virou as costas e bateu a porta na minha cara.
Burro, idiota, como assim eu peguei a camiseta e a cueca do cara em cima da cama dele, vesti e deixei as minhas ?
Foi foda, a correria pra me vestir quando a maluca Dani falou que ele estava vindo.
Pronto, agora to na rua, sozinho, a pé, e sem camiseta, de madrugada neste frio.
Burrroooooooo !!!
Calma, nestas horas temos que nos acalmar e pensar o que fazer
Tava um frio infernal lá fora, de madrugada parece que esfria mais ainda, e aqueles vigias dentro das guaritas já deviam estar se perguntando o que
aconteceu, daí a pouco iriam chamar a policia pra mim, não podia ficar alí parado.
Ainda pra completar, lembrei que estava com um baseado no bolso.
Putz como pude fazer isto, batia na cabeça algumas vezes quando escutei o portão se abrindo.
Pensei que seria o Calvo, caiu na real que pegou pesado demais.
Nada, era o Tulhão, saiu cambaleando lá de dentro, abraçado no Rafael e no João Paulo e gritando meu nome.
Eu saí detras de umas plantas.
O Tulhão não conseguia nem conversar direito.

__ O que você fez com o Calvo ? hic, ele entrou mandando todo mundo ir embora e te chingando, hic

e vomitou na beira da calçada.

Peguei uma blusa do Rafael emprestada, e vesti, tentando ajudar a segurar o Tulhão que vomitava incessantemente na porta da casa do Calvo.

__ Oh Rafael, me dá uma carona pra casa ? Perguntei, só queria ir embora e sair logo dalí da porta

__ Dou, mas primeiro nós vamos lá naquele puteiro da João Pessoa, que hoje o Tulhão vai perder a virgindade. Disse o Rafael com tom de empolgação

Nãoooooooo, isso vai dar merda…

Continua em breve…

23 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Puteiro na João Pessoa (Capitulo 1)

Eu estava bebado.
Nunca entedi esta expressão, até porque não sabia que ganbás bebiam
mas eu estava bebado como um gambá
e não era só eu não, estavamos todos bebados.
Na casa do Fred estavam eu, o Tulhão, o Rafael, o Lucas, e o João Paulo.
Ahh e o Fred é claro, afinal, ele tinha passado no vertibular pra medicina.
Não importa o quanto já tinhamos bebido, queriamos beber mais.
Eu particularmente ja não aguentava mais, a única coisa que me deixava conciente era a prima do Fred que desfilava pelos corredores da casa com uma sainha que enlouquecia a galera toda.
Ela vinha, ela ia, e atraía os olhares interessados de toda a galera.
Passava chamando a atenção e deixando o perfume no ár como um rastro de salvação no meio daquela fumaça de maconha infernal.
A casa do Fred é uma daquelas casas que dá para ficar perdido dentro se não tiver um GPS, é gigante, cheia de coisas diferentes.
O cara é barão, não bebe, não fuma, mas sabe como dar uma festa. E também, alí já tinha maconheiro demais pra uma festa só.
Colocamos o apelido do Fred de calvo na época do colegial e pegou, a galera só chamava ele assim, por causa das entradas falhas nos cabelos dele.
Calvo era sem dúvida o mais rico da galera, seu pai era cirugião plastico, e dizem algumas lendas que o pai do Calvo até fez cirurgias plasticas no Che Guevara na época que ele passou pelo Brasil fugindo da ditadura e perseguido pelo governo cubano.
Bom, isto tudo não importa, o que importa é que o filho da puta é rico, e deu a maior festa quando o filho passou no vestibular pra medicina, fui convidado, legitimamente, sem ser penetra nem nada, e ninguem aproveitou mais do que eu.
Primeiro que enchi a cara, segundo que a prima do Calvo me deu a maior moral e até me dei bem, e depois foi que pude proporcionar a um grande amigo a melhor noite da sua vida.
Quando me levantei do sofá onde estava sentado, embriagado pelo perfume da prima do Calvo que acabara de passar pelo corredor me olhando de maneira muito sugestiva pude perceber que estava realmente bebado.
A festa toda deu uma girada ao redor da minha cabeça, apoiei no canto da estante e firmei o corpo
Como não sou bobo nem nada, fui atras dela, sentindo aquele perfume delicioso.
Ela virou em um corredor que dava acesso para uma claraboia atras da casa e parou encostando na parede da forma mais sexy que eu já vi.
Ficou me olhando com um olhar de garota interrompida, como se não tivesse mais para onde fugir, com meio sorrizo no rosto.
Ela usava uma blusinha regata bem larga e uma sainha jeans curtinha, deixando a mostra o colo dos seios e aquelas pernas roliças e lisinhas.
Náo rolou conversa, aproximei dela e fiquei olhando em seus olhos, ela retribuiu, cheguei mais perto, avancei 90% do caminho, e ela me beijou. Aquele beijo eu não vou esquecer, era doce como o perfume, ela beijava com tanta vontade que parecia que ia sugar todo o meu ar.
O beijo esquentou cada vez mais e mais, fomos nos beijando e andando pelo corredor que dava para a claraboia, nos segurando nas paredes e explorando nossos corpos com as quatro mão.
Entramos na primeira porta aberta do corredor, era o quarto do Calvo
Neste momento, nem me lembrei que o calvo morria de ciúmes da prima que estava agora deitada sobre mim, seminu na cama gigante do quarto do calvo.
Se ele imaginasse uma cena daquela certamente me mataria.
Mataria talvez não, mas com certeza, me expulsaria da casa dele e ainda acabaria com nossa amizade
Mas como dane-se tudo que não tiver dani, nem pensei, quando a Dani estava encima de mim abrindo meu zipper e fazendo tudo que nunca imaginei naquela noite.
A cama do Calvo que era maior que meu quarto, ficou pequena para nós dois por pelo menos 1 hora.
Ao final da história abrimos um pouco a porta para que o ar entrasse e tirasse aquele cheiro de sexo selvagem que estava no quarto, e ficamos sentados na cama, ainda seminús, conversando e brincado.
De repende a Dani solta um grito:__ Meu primo está vindo.
Ela viu a silhueta do calvo entrando no corredor pela porta entreaberta.
Peguei minhas roupas em um salto e joguei do outro lado da janela, enquanto pulava para a parte da claraboia podia escutar o Calvo procurando a prima, chamando pelos corredores Dani, Dani.
Me abaixei sob a janela do quarto e vesti minhas roupas rapidinho, calcei os tennis sem amarrar os cadarsos, coloquei a blusa amassada enquanto escutava a Dani dar a desculpa mais esfarrapada que já ví
__ Oi primo, eu ia tomar um banho no banheiro do seu quarto, prefiro aqui porque lá no banheiro social não dá neh, aquele seu amigo não para de me comer com os olhos, dá até medo. Disse ela enrolada em uma toalha falando de mim.
Voltei pela claraboia passando devagar pelo corredor enquanto os dois conversavam e entrei para a sala, onde o resto dos bebuns estavam todos fora de sí
Sentei no sofá como se nada tivesse acontecido.
Estavam falando do assunto preferido de todos, mulher.

Eu nem queria entrar mais no assunto, enchi meu copo e fiquei bebericando tranquilo pensando no que tinha acabado de fazer.

Não podia acredita que aquela beldade tinha feito tudo aquilo comigo, o cheiro dela ainda estava impregnado deliciosamente em meu corpo, o Calvo não podia nem imaginar isto, afinal, tenho certeza que ele é louco nessa prima, porque não justifica ele morrer de ciumes dela deste jeito.

Quando ví o Calvo saindo da porta do corredor e rumando a cozinha, pensei que estava tudo tranquilo, ele nem descofiou.
No meio do caminho, o calvo olhou pra mim, parou, e mudou a rota da cozinha para o meu lado.
Chegou perto de mim e disse: ___ Tulio, você pode vir comigo até alí de fora ? Precisamos conversar sério…

9 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

E agora ? (capitulo 2)

Onde estavamos:

Ultimos diálogos do capitulo anterior:
__Vamos para o outro lado. propus querendo sair de perto.

__ O que foi, você está branco, parece que viu um fantasma !

Então aconteceu um monte de merda, eu bebi igual um bode e apaguei.
Caso vc não tenha idéia do que estava acontecendo, volte e leia os capitulos anteriores que estão aí do lado,
Caso você seja menor de idade, vai assistir TV vai…
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Quando acordei no outro dia só lembrava de alguns flash’s do que aconteceu
A Natalia dormia ao meu lado, nua, e eu não estava de ressaca.
Ninguem em casa, perfeito.
Minha mãe tinha dito que iria para alguma praia com umas amigas
Costumo chamar aquele povo de “A cupula do mal”.
Elas costumavam se reunir para jogar baralho a fumar 1 cigarro atras do outro até enfumaçar a casa toda, parecia aquelas reuniões da máfia de Don Corleone, eu podia até imaginar minha mãe falando com aquele ar de sei lá o que tipo:”__ O que eu fiz para merecer tanto desrespeito?” (se alguem não viu O poderoso chefão, esta frase é dele, mas como eu duvido que exista alguem que não tenha visto, não vou me aprofundar em explicações)
Mas a conta não é essa, podia ficar de boa sozinho que não ia dar nada
Estava perto do jardim, fumando um cigarro e senti Natalia me abraçando, por traz, as mãos frias.
Senti uma sensação estranha de que não era ela, senti a Carla.
Acho que ela percebeu, ficou fazendo um monte de perguntas do por que eu estava chateado ontem e tinha bebido daquele tanto.
O mais engraçado é que eu contei toda a história pra ela, e ela não acreditou é claro
É o dom das mulheres, serem complicadas, se eu tivesse inventado uma história cabulosa, com certeza ela teria me abraçado e falado que gostava de mim.
Mas ja to acostumado.
É claro que depois tive que compensa-la depois, pois a noite quando chegamos em casa eu simplesmente apaguei, e não dei a merecida atenção à donzela.
Olha que gracinha, ela me deu um CD do Jorge Benjor, uahuahuaha, eu racho o bico..
A tarde fiquei de bobeira esperando alguma coisa acontecer.
Já tinha levado a mocinha em casa e tava alí, deitadão na minha cama, só de cueca vendo canal adulto.
Vixe, to indo longe neh
hhuauauha, ninguem precisa saber da minha intimidade, afinal, foda-se o blog é meu, eu conto aqui o que eu quiser.
Então de repente
Trrrrrrrrrrriiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmmmm
Isso mesmo, é meu telefone, e você só não sabe disto se não leu o que aconteceu nos episódios anteriores.
eu sei que prometi arrumar um toque menos onomatopéico mas se eu to custando a escrever esta palavra, onomatoseiláoque, como que eu vou arrumar um toque novo?
Esquenta não, antes de enjoar dele eu troco de celular.
Era o Marcio, queria sair, tinha um esqueminha pra noite, duas garotas, e nos dois, mais ninguem
Seria perfeito, era tudo que eu precisava, conhecer gente nova, conhecer pessoas que me tirassem daquela época que eu estava vivendo.
Seria legal também sair com o márcio, já fazia algum tempo que não aprontavamos nenhuma.
Vamos lá…
Combinamos de nos encontrar a noite, pegar as garotas as 22:00 hrs e ir pra um barzinho, tava tudo planejado, começavamos com cerveja
na hora que já estivesse todas um pouco altinhas, passavamos para algo mais forte, tipo, tequila ou vódika, e quando chegassem ao auge, todo mundo pra minha casa…
iuuuhuuullll pirú pra dentro.
Mais uma noite que promete.
Foi bom ficar um pouco sozinho em casa aquela tarde, estive pensando na minha vida e em tudo que estava acontecendo.
Eu sei que não sou muito sortudo, pra falar a verdade eu sou azarado pra caramba, mas não podia deixar essas porcarias que atrapalharem e decidí que voltaria a ser eu mesmo.
E foi melhor, foi uma decisão importante.
Esqueci de vez a Carla, decidí que tinha que me afastar da Natalia pois sabia que não tinha futuro nenhum, pois eu mesmo não queria, como tinha dito antes, com ela faltava quimica, apesar dela ser um doce.
Aquela noite, começaria diferente.
Aquela noite, seria a primeira noite de muitas sem dormir.
Por incrível que pareça, deu tudo certo, exatamente conforme o planejado.
Conheci a Aline, garota linda, que morava em uma cidadezinha aqui perto, e que me fez ver estrelas.
Mas aí, já começa uma outra história, que um dia eu conto …

4 de maio de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

E agora ?

Olá galera, então, agora daqui pra frente a coisa só piora, se você ainda não leu os episódios anteriores procura por “A garota errada” aí no menu ao lado.

_____________ Capitulo 1 __________________________

Uma das coisas que tem me incomodado ultimamente é que as pessoas andam falando que eu tenho um parafuso a menos. Tá certo que não sou lá um exemplo de auto-controle, mas sei que doido eu não sou.

Penso que uma das melhores formas de ser alguem no futuro é sendo um pouco diferente.

Não tive a presença de pai por muito tempo, logo ele se separou da minha mãe e tirou o time de campo, ele até da alguma assistencia de vez em quando, mas aquela imagem de pai para moldar minha personalidade eu nunca tive. Hoje ele mora na Inglaterra com sua nova esposa.

Já experimentei vários tipos de drogas, maconha, cocaina, chá alucinógeno, bola, acido, extase, mas sempre tive o pé no chão e graças a isto não me tornei um super viciado em nada.

Fumo meus baseados de vez em quando mas nada que se deva preocupar. Sou um bom filho, aos olhos da minha mãe, o que ela não sabe, é que na minha adolecencia, já fiz algumas surubas lá em casa enquanto ela viajava, sempre gostei de sexo de todas as formas, se for entre homem e mulher, nada que envolva coisas homosexuais, pra mim é otimo, suruba mesmo fiz poucas vezes, mas sempre que podia eu estava com uma menininha diferente na suite dela.

Certa vez eu disse que ia comprar uma cama King Size para mim e ela quis saber por que eu precisava de uma cama daquele tamanho, eu respondi com a mesma pergunta e o papo se encerrou por alí, mas comprei a cama, agora não preciso mais usar o quarto dela.

Tiro notas boas na faculdade, sempre tirei notas boas, apesar de que nos ultimos meses ando meio lerdo, não vai colocar a culpa na maconha e nem na bebida, mas tenho certeza que foi porque me envolvi em umas furadas emocionais ultimamente, coisas de fase, de momento, prometo que já estou legal mas isso não tira o meu asco por salas de aula, odeio ficar sentado naquelas carteiras de estudo duras, ouvindo um sujeito de jaleco branco na frente repetindo coisas que estão escritas nos livros.

Deve existir um lugar no mundo onde os professores não ensinem, apenas fiquem calados num canto corrigindo as provas enquanto os alunos correm pelos gramados e jardins fazendo sexo, surfando nas praias, acampando em lugares selvagens e viajando pelo mundo com uma mochila nas costas.

Antes de sair da aula sexta feira recebi um telefonema da Natalia.

Isto foi exatamente uma semana depois que a Carla acabou com toda a história que estava acontecendo entre nós, a garota inteligente mais burra que eu conheço, inteligente porque ela é mesmo, mas burra pois não soube reconhecer uma oportunidade, ela contou que estava apaixonada em um cara homosexual, olha que coisa estranha, o cara nem de mulher gosta e ela apaixonada nele, e eu que gosto mais de mulher do que de pizza, lasagna e maconha tudo junto, não ganho nada. Nosso amigo Murphy ajudando a tudo dar errado da pior maneira possível !

Natalia é uma garota que eu costumava sair, mas ela invocou que queria compromisso e então dei um jeito de escapar, não era o tipo de garota que eu queria ter um compromisso, e alem do mais eu estava ligadão na Carla, essas coisas não passam assim de uma hora pra outra.

Enfim.

__ Olá como está ??

__ Muito bem quem fala ??

__ Nossa, nem lembra da minha vóz neh, é a Natalia

__ Oi linda, estava só testando para ver se não era algum engano, mas sabia que era você. (já disse que eu nunca minto ? huahua)

__ Ah mentira, eu sei que você deve ter apagado meu telefone da sua agenda a muito tempo, afinal me deu o maior fora e eu ainda te ligo, sou burra mesmo

Nesta hora a vontade do Junior prevalece e ele disfarçadamente diz ao meu cérebro que aquela conversa deve continuar

__ Não, imagina, claro que não, para com isto, eu ia te ligar, fiquei com saudades.

__ Mentira, você nem lembrava que eu existia, pode falar eu aguento

__ Claro que lebrava, eu ia te ligar sim, mas perdi seu número pois perdi meu aparelho celular no ano novo em Caldas Novas (um dia eu conto a história do ano novo em Caldas Novas)

__ Humm, vou fingir que acredito.

__ Então, a que devo a honra deste telefonema inusitado ?

__ É que eu e a Marcia estamos indo em um show na universidade, a banda é legal e achei que talvez você gostaria de ir também

__ Olha ótima idéia, eu vou sim.

__ É que a gente já está indo pra lá, quando você chegar lá me liga que nos encontramos ok ?

__ Sim claro até mais.

Desliguei o telefone e pensei com meus botões, “opaaaa, piru pra dentro” huahauha, sei que da ultima vez não deu muito certo, mas a esperança é a ultima que morre.

Estava pensando mais com a cabeça de baixo eu confesso, sabia que ia acabar magoando a garota, que foi mais ou menos o que aconteceu com ela quando eu conheci a Carla, estavamos ficando a uns dias e ela achava que iria rolar algo sério, não tinha quimica o bastante pra isto, com a Carla a coisa foi totalmente diferente, rolou quimica de cara, foi uma loucura, coisa de destino mesmo, mas eu nem pensei nos sentimentos da coitada quando falei pra ela que não rolava mais pois eu estava curtindo outra pessoa.

Ela gritou chingou, canalha, safado, não quero te ver nunca mais e agora tá me ligando, quem entende mulher ne.

Ou ela quer vingar-se de mim, ou já ficou sabendo que a Carla me deu um puta fora e quer tentar novamente.

Dane-se eu quero sexo este fim de semana, então vou em frente para ver no que vai dar.

Saí da faculdade e fui pra casa tomar um banho e me arrumar para sair.

Checagem de e-mail, msn, orkut e estas coisas pra ver se não apareceu nada melhor antes.

Adoro estas parafernalhas eletronicas, deis de que conheci a internet nunca mais deixei de matar todas as minhas curiosidades, se você tem curiosidade de ver um parto normal você consegue um vídeo facinho na internet, qualquer coisa a distância de apenas 1 clique.

Uma coisa que nunca entendi é a história do sexo virtual. Como se pode fazer sexo sem o toque físico ? Uma pessoa que diz que faz sexo virtual, não passa de um punheteiro ejaculando em cima do teclado. Sexo virtual é mais uma variante da masturbação, só que a excitação visual é a tela do monitor, diferente da tradicional revista pornô e suas páginas grudadas de fluídos.

Uma mulher numa dessas salas de chat me fez um convite pra fazer sexo com ela, e me disse que estava em São Paulo e falei que era muito longe pra qualquer contato físico, então me corrigiu “Não bobinho, quero fazer sexo virtual”, “Como se faz isso ?”, perguntei.

Ela começou a falar que estava só de calcinha, e que seus dedos da mão direita estavam agora pegando na cabeça do meu pau.

perguntou “Está ficando duro. Está gostando ?“, “Claro que não, você é louca ?” respondi. Ela saiu da sala de chat, então fiquei imaginando que a espécie humana esta cada dia mais complicando as coisas.

Se todo mundo resolver fazer sexo virtual, a população mundial vai diminuir drasticamente, e então vamos construir robôs, para suprir a falta de mão de obra e vão criar também robôs com vaginas e pênis para pessoas que não conseguem se relacionar sexualmente com o próximo.

A internet também ajudou a aproximar várias culturas, converso com garotas do mundo inteiro americanas, alemãs, francesas, italianas, africanas, asiáticas, idioma não é problema porque a língua oficial usada na internet é o inglês.

E conversar não basta, posso ouvir e falar com a pessoa graças as web-cam.

Tem garotas que tiram as roupas em frente as web-cam, é uma putaria generalizada.

Conforme combinado liguei para Natalia as 22:30 mais ou menos, disse que estava me esperando na entrada Entramos juntos, ela agarrada ao meu braço e mais um monte de amigos ao redor olhando como se já soubessem o que iria acontecer

__ Você tá gostosa heim

__ Ah para com isto, não precisa ficar tirando onda com a minha cara

__ Tá bom que o gostosa foi pra parecer meio vulgar intencionalmente, mas está muito bonita com este cabelo novo.

__ Obrigada.. Natalia tinha cortado o cabelo channel, o que a deixou de fato muito sexy Andamos uns 50 metros quando uma visão acabou com minha noite.

A Carla, literalmente dependurara na boca de outro cara, dando os mesmos beijos que costumava dar em mim, amassos e mais amassos em um canto perto do balcão.

Nauseas, ignorar, ignorar, ignorar…

Saimos de perto, a cena ficou gravada na minha cabeça, tentei me controlar mas não conseguia, não queria deixar transparecer nada perto da Natalia, afinal a garota tinha me convidado para sair com ela.

__Vamos para o outro lado. propus querendo sair de perto.

__ O que foi, você está branco, parece que viu um fantasma !

Continua quando minha paciencia voltar …

10 de março de 2009 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

A garota errada (capitulo 5)

Onde estavamos na história:

O Guilherme ganhou a noite e executou os planos que eram meus de levar duas garotas para a cama, apesar disto não fiquei grilado porque na verdade quem eu queria mesmo era outra garota, com a qual eu não falava a 1 semana, se você é maior de idade, continue e veja o que deu esta paixão não correspondida, mas se você é menor de 18 anos dá uma olhada nisto aqui

___________ Capitulo 5 ___________________

Eu não sei o que me deu na cabeça para fazer o tipo de promessa mais idiota que um homem pode fazer, a de ser correto, depois que eu conheci a Carla eu prometi pra mim mesmo que ia fazer as coisas certas, correto, queria ser um desses caras que fazem tudo conforme manda o script, deixar de ser um grande canalha filho da puta, perder uns 5 quilos e quem sabe entrar pra alguma dessas igrejas que ficam cantando um hino e levantando so braços…

Tá bem, nem tanto, to exagerando mesmo na parte da igreja.

Mas tava decidido a consertar e tinha prometido pra mim mesmo que iria, queria aquela garota, o fato do dia anterior não contava, primeiro porque não envolve a garota com a qual eu queria ser correto, segundo porque eu ainda estava solteiro, então nada demais.

Tenho um verdadeiro imã para mulheres malucas, as mais loucas me atraem, eu não consigo resistir, sempre foi assim e sempre será, isto não me incomodava, até meu ultimo namoro sério, no final da história todo mundo disse “eu avisei que ela era maluca” e esta frase me dava nos nervos.

Apertei um baseado pra ver se passava a raiva dos ultimos acontecimentos.

A melhor coisa que inventaram foi MSN, Webcam e todas essas modernices de sacanagem eltronica.

Aquela tarde, foi por meio deste tipo de mídia, mais uma vez que uma certa Carla veio falar comigo.

A conversa foi rápida, ela disse que não tinha falado comigo depois do ultimo fim de semana porque estava com vergonha das coisas que eu ficara sabendo sobre ela, e também porque bebeu demais..

Combinamos de sair a noite, mais um barzinho cult.

As 21:00 em ponto eu já esperava na porta de sua casa, fez questão de se atrasar uns 20 minutos só para ser elegantemente perfeita, a espera me deixa irritado, mas ela compensou me comprimentando com um super beijo, pude sentir o seu cheiro que me fazia achar que estava sonhando, eu apertei o corpo dela contra o meu e comecei instantaneamente a ficar exitado, ela me afastou me empurrando com as duas mãos. __ Calma rapazinho, vamos devagar !

Eu olhei para o Junior e disse em voz baixa

__ Ouviu rapazinho, vamos devagar.

Ela escutou, sorriu e entrou no carro que já aguardava com a porta do passageiro aberta.

Bati a porta dela e saimos.

No som, Amy Winehouse.

A noite sempre me encantou, eu já disse isto ?? A noite todos os gatos são pardos, e é quando pode se encontrar todos os tipos de malucos de todas as formas.

Aquela noite eu jurei que estava começando a história da minha vida, eu, com ela, alí, naquele bar, ela me apertava e me beijava de todas as formas.

Acendi mais um cigarro, conversavamos sobre como a vida pode ser maravilhosa se soubermos viver, sobre natureza, música e teatro, coisas que eu adoro.

Sempre gostei das coisas simples da vida, sempre adorei a lua e um puta céu estrelado, daqueles que deixam a noite até clara de tantas estrelas.

Ficamos cansados de ficar sentados no bar, saímos dalí e a gata queria beber mais, ela queria sempre mais e isto me instigava a continuar pela noite afora.

Dou um doce (açucar) pra quem adivinhar para onde fomos.

Isto mesmo, quem pensou que foi para a casa do Jhonny, acertou.

No caminho eu acelerava o corsinha pela colina e pensava que desta vez a casa do Jhonny iria conhecer o novo eu, o eu com sorte de ter a garota mais gostosa da noite ao meu lado, o eu que não entra em furadas.

Não queria nem lembrar da noite anterior, gostava do meu novo eu, o super eu, da forma que eu gostaria de ser pra sempre.

Doce travessura.

Já certa hora a gata estava chapada, achei que seria a hora de uma intimidade a mais, fomos para um grande sofá que fica na sala principal e nos deitamos.

Conversamos por horas, sobre várias coisas, eu queria que aquele momento se congelasse, poderia ficar alí por mais alguns anos, ela me abraçava e eu falava do céu e as estrelas, ela beijava meu pescoço e minha orelha, eu apertava outro baseado.

Combinamos de ir para uma cachoeira no dia seguinte.

Seria a chance perfeita para passarmos mais tempo juntos.

A deixei em casa quase de manhã combinando de nos falarmos assim que acordassemos para irmos para a tal cachoeira.

****

Domingo, acordei eram mais ou menos 13:00 horas, odeio domingos, me dão uma sensação de nostaugia, principalmente quando eu acordo a uma da tarde e não tem nenhuma chamada no meu celular.

Puts essa garota dorme heim…

Banho, almoço, Tv 14:30, será que até agora ela não acordou ?

No domingo costumo ficar na varanda fumando uns cigarros e escrevendo algumas músicas ruins…

cochilo, acordo. 16:30 Ahh chega, vou ligar

“Este celular encontra-se desligado ou fora da área de cobertur”

ihhhh, já vi tudo. 17:00, 18:00 nada ahhhhhh vou sair, vou pra um barzinho legal que rola um samba dia de domingo.

Não sou o maior fã de samba que existe não mas lá é legal,e alem do mais, essa arota tá me dando é o perdido. Chegado no bar já de cara me encontro com o Guilherme.

__ Ué, vc não ia pra cachoeira com a Carla ??

__ Ia, mas ela deu o perdido.

__ Você ligou pra ela ?

__ Já sim, mas o tel tá desligado.

__ Ihhh se fudeu.

O Guilherme começou a rir igual uma hiena tomando cerveja.

É, encher a cara né, é o que me resta.

Voltei pra casa bebado, escutando Blues Etílicos que era o mais apropriado para o momento.

Sabia que não ia dar muito certo, afinal, o que dá certo comigo deis do início é pq tem alguma coisa errada.

E alem do mais, estava bom d+ pra ser verdade.

Não consegui mais falar com a Carla, fiquei super preocupado pensando que algo de muito ruim poderia ter acontecido com ela, afinal, no dia anterior estava tudo perfeitamente bem, e depois ela desaparece.

Semanas se passaram.

Consegui um contato algum tempo depois, falei tudo que queria e ela também Conclusão, tudo errado.

Assim terminou a história da garota certa, que por sinal, se tornou a garota errada por livre e espontânea vontade.

Também neh, hehehehe, o que esperavam ???

Proximo episódio: “E agora ???”

5 de março de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

A garota errada (capitulo 4)

Onde estava a história:

Já estamos no proximo fim de semana após eu conhecer a Carla, a garota errada, então se você não tem ne noção do que está acontecendo, volta e procura os capitulos anteriores, se você é menor de idade, de tamanho ou de inteligencia clique aqui

________________ Capitulo 4 _______________________

A noite mais louca

Opa, e ae ?

Lembram de mim ? Não ? a foda-se, também não lembro de você mesmo hehehe

Então, sexta feira de novo, dia de sair pra fazer tudo que eu sei que vou me arrepender. Tudo bem, estamos aí pra isto.

A sexta feira mais maluca que poderia ter, não via a carla fazia uma semana, e ela não sai da minha cabeça.

Foda esquecer aquele bocão viu… heheheh tá bom, não vou começar com as pornografias que ficam guardadas nesta mente insana não.

Na sexta sempre acontece alguma coisa bem estranha neh, então. tava de bobeira na internet e conheci uma garota, Lise, conversamos e ela disse que não constumava sair com caras que conhece pela internet, mas acho que a convenci, eram quase umas 8 da noite quando recebi uma mensagem que dizia o seguinte:

“Tulio, estou na cachaçaria com mais 2 amigas, se animar vem pra cá, Ass: Lise com muitos beijos”

Opa, o bastante pra me animar, chamei o Guilherme, meu assistente pessoal para assuntos de putaria exacerbada hehehe

Rumo a cachaçaria…

Chegando lá, tal foi a surpresa, a garota é maravilhosa, tanto a tal Lise quanto as amigas, Gaby e mais uma que eu não lembro o nome e que também não faz diferença pois a história gira apenas ao redor destas duas.

Se levantaram para nos comprimentar e fazermos as devidas apresentações.

Na minha cabeça já estava estampada a frase:

“Pirú pra dentro iuuuhuuullll” huahuahuha, brincaderinha, não sou tão tarado assim não. Papo vai, papo vem, consegui convence-las de ir para a casa do Jhonny na colina.

A casa do Jhonny é o lugar onde tudo acontece, é nosso templo de perdição, lá já aconteceram rocks que nem o Ozzy acreditaria se eu contasse, mas existem algumas regras, a primeira é que você é responsável por quem você leva lá, depois disto, se o convidado vira amigo o Jhonny já era, a segunda regra é que, o que acontece na casa, fica na casa, porque senão a cidade assustaria, então nada de sair falando o que viram, ouviram, ou fizeram por lá.

Chegamos com as garotas e por alí já tinha uma galera, alguns casais conversando na grama, outros deitados nas cadeiras de praia perto da piscina.

O Jhonny estava na cozinha preparando uns drinks para duas garotas que conversavam em uma poltrona perto da rede.

Passei, dei de ombros para alguns comprimentos e algumas pessoas que me chamavam, de longe veio o Jhonny me saudando e comprimentando, sempre nos recebendo com um seja bem vindo a casa é sua e já de cara veio a pergunta:__ Quem são suas amigas !

Esta é a Lise, esta a Gaby e a esta é a outra (na hora eu sabia o maldito nome da menina, mas agora to com amnésia temporária) fomos ótimamente recebidos, o Jhonny é o tipo do cara gente boa, pau pra toda obra.

Fui para a cozinha preparar um drink para as garotas enquanto elas puxavam umas poltronas para se sentarem em uma área perto dos coqueiros.

Ao chegar na cozinha minha grande surpresa, a Gaby veio atras de mim dizendo que iria me ajudar, enquanto eu preparava os drinks ela dava um jeito a todo preço de encontrarmos os olhares e ficar com o rosto o mais próximo do meu o possível.

Beijei-a ali mesmo, um beijo grande, molhado e demorado, nosssssssssssa, nunca tinha visto tanto fólego em uma garota só.

Paramos de nos beijar uns 5 minutos depois, fiquei até zonzo, ela pegou a bebida da minha mão, sugou lentamente o canudinho como uma garota maliciosa que esperimenta um manjar dos deuses, olhou pra mim profundamente

__ Vamos fingir que nada aconteceu, a Lise está afim de você

__ Nossa mais eu to podendo heim

__ Não, é que não deixo minha amiga ficar com qualquer um não, você foi aprovado

E saiu andando com o copo dela e da amiga na mão.

Chegando perto ví como as duas se olharam, ví como se fosse um filme todas as intenções das duas.

Obaaa esta noite eu me dei bem, vou armar um plano macabro para levar as duas pra cama.

Não que eu sempre tenha estas idéias pervertidas mas…

Mentira, sempre tenho estas idéias pervertidas sim, afinal, é a fantasia de todos os caras, duas gatas daquela, eu não iria desperdiçar neh.

Então a idéia era o seguinte, encher sempre o copo das duas com vódka e não deixar elas pararem de beber.

Já lá para as tantas, eu estava dando uns amassos na Lise e a coisa já tava quente, ela saiu para ir ao banheiro e a Gaby estava na sala vendo umas fotos das viagens malucas do Jhonny que ficam em cima da mesinha.

Pensei comigo, agora é a hora.

Antes que a Lise saisse do banheiro cheguei perto da Gaby, o dialogo foi o seguinte:

__ Eu te quero.

__ Ãh ?

__ Isto mesmo que você ouviu.

__ Mas e a Lise ?

__ Faz o seguinte, a Lise está chapada, rapidinho ela vai apagar, sobe para o quarto da esquera e me espera lá po 15 minutos que eu dou um jeitinho.

A garota não disse nada, só me olhou profundamente e subiu as escadas murmurando

__ Porque eu gosto tanto de homens safados ?? ohh sina !!

Voltei para fora e a Lise já estava me esperando, me deu um beijo estralado e continuou a bebericara vódka do copo

Pronto, tudo armado, mais 15 minutinhos e eu me dou bem.

Peguei mais um copo, segurei na mão da garota e disse vem comigo.

__ Para onde você tá me levando ?

__ Para um lugar perto do céu.

__ Uau, achei que você nunca faria isto.

Conversavamos baixinho enquanto subiamos a escada, percebemos que no quarto ao lado estava o Jhonny com uma das garotas que ele estava conversando.

Isto serviu para esquentar mais as coisas.

Beijos quentes na porta do quarto enquanto eu girava a maçaneta e acendia a luz.

Nunca mais vou esquecer desta cena. Ao entrarmos a Gaby estava deitada na cama e a Lise com uma cara de quem viu o Bin Laden de cueca olhou para mim e disse:

__ O que a Gaby tá fazendo aqui !

Antes que eu respondesse a própria Gaby respondeu.

__ Ele me convidou.

Tentei acalma-las.

__ Calma meninas, vamos nos divertir, é só, para isto estamos aqui, e o que acontece na casa do Jhonny fica na casa do Jhonny.

Foram as palavras mais duras que já falei, pois seguido delas veio uma joelhada no saco que me fez sentar na cama.

Nesta hora em camera lenta:

Lise sai chorando do quarto e desce as escadas

__ Se você queria ficar com as duas devia ter falado, esta foi a pior maneira.

Gaby sai do quarto batendo a porta, e fico eu sentado na cama, com dor até no estomago.

Isto me faz lembrar a sábia frase do meu velho “Quem muito quer nada tem” huahuahua. Bom fui pra casa.

No outro dia de manhã, o Guilherme não tinha chegado em casa ainda. Levantei para o café, olhei no telefone, duas vezes, com esperanças de a qualquer momento receber um telefonema da Carla, afinal, era nela que eu estava apaixonado, então não estava nem ligando para o que tinha acontecido na noite anterior Guilherme chega, cantarolando com uma cara de um filho da puta cansado mais feliz

Deu de ombros para o meu bom dia e passou direto pro quarto.

Mais que depressa fui atras, tinha que saber o que acontecera depois.

Afinal, curiosidade não é pecado, eu tinha visto que ele estava dando uns beijinhos na garota que eu esqueci o nome, mas depois não sabia o que teria acontecido.

__ E aí cara ? O que rolou depois ???

__ Foi a melhor noite da minha vida, não sei o que você falou pra Lise para ela ficar tão puta com você, mas muito obrigado.

__ Obrigado por que ?

__ Cara eu estava subindo as escadas com a garota quando veio a Lise chorando e te chingando de todos os nomes que você puder imaginar, levamos ela até o quarto, e a garota que eu tava começou a consolar ela, as duas começaram a se beijar, e tiraram as roupas e quando eu ví, eu estava no meio delas fazendo tudo que eu queria.

Bom, só pude pensar em uma coisa

Maldito sortudo desgraçado.

Este plano era meu e o filha da puta conseguiu sem esforço nenhum.

Nenhuma chamada no meu celular, nem sinal da Carla, Fudeuuuuuuuu.

Continua uma hora destas…

28 de fevereiro de 2009 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

A garota errada (capítulo 3)

Onde estava a história:

Eu e carla estavamos sentados na mesa do bar, quando de repente chegou uma ex-namorada, isto mesmo namoradA da Carla, disse que ela preferia homem, ela conhecia todos no bar e aquilo me fez imaginar inúmeras possibilidaedes, gostei dela ainda mais. Se você já tem pelos nas regiões baixas e já completou pelo menos 17 anos e 12 meses siga em frente e veja o que vem depois. Senão clique aqui e divirta-se

________________ Capitulo 3 __________________________

Se eu não tivesse enchido a cara aquele domigo, eu não teria chegado atrasado no trabalho parecendo um mongolzão, nem teria ficado sabendo que ela costumava ficar com mulheres quando era aborrecente, e muito menos teria gostado tanto dela. Encontrei com o Jamil no posto no dia seguinte, no posto:

__ E aí ? o que você fez ontem. Perguntou o gordo como quem não quer nada.

__ Ah Saí com uma amiga, fomos no oppen house e no habbibs e depois fui embora.

Nessa hora entra aquela pergunta clássica de amigos homens, pois todos eles acham que isto é tudo que se precisa saber quando se estabelece um diálogo com uma garota.

__ E aí ? Comeu ?

Eu como bom cervejolatra que sou, saí para pegar mais umas cervejas ignorando a pergunta.

O gordo saiu atras de mim repetindo a pergunta

__ Conta ae fii, sou seu melhor amigo, quem é ela ? eu conheço ??

Aproveitei para fazer mais um drama é claro.

__ Não Jamil.

__ Não o que ? Não comeu ou eu não conheço ? Insistiu o gordo na conversa

__ As duas coisas.

__ Ahhhh, duvido que não comeu.

__ Cara para com isso, conheci a mina ontem, é que ela queria fazer um teste pra minha banda (tentei explicar)

__ Ahhh então ela quer fazer um teste para a banda que não existe ?

Olha não é que a banda não existe, é que ela ainda não tá pronta, antes que todos achem que este lance da banda é uma história sem fim.

__ A Jamil vai se fuder.

Atravessamos a rua pra ver o movimento dos bares em frente, tem sempre os avós do leitão tomando umas breja, a tia Raquel sentada na frente do bar, se abanando com um abano de abanar os espetos.

O engraçado deste lugar é que quando você precisa encontrar alguem você nunca encontra, mas quando você não quer ver ninguem, todo tipo de filho da puta aparece. Costumamos falar que naquele lugar é onde o vento faz a curva.

Paramos para conversar com uma roda de amigos, e uns minutos depois o Jamil saiu para comprar outra cerveja, quando ví, estavamos na roda, eu a Munique e uma amiga, mais que depressa a amiga da Munique saiu para ir ao banheiro.

E Munique estava linda como sempre, com uma sainha e usava um daqueles sapatos altos.

__ Então Munique, o que anda fazendo depois que me deixou ??

Eu sempre brinco assim com ela, já tivemos um caso mais nada muito sério.

__ Para Tulio, você sabe que foi você que me deixou, eu queria compromisso e você só queria zuar com a minha cara.

Pronto, sessão esporro startada. Aí vem todo aquele blablabla, relacionamento, blablabla, responsabilidade, blablabla, etc… Pra completar, nesta hora da conversa já chega o Jamil, escutando apenas os finalmentes faz o favor de completar a merda toda

__ Ihhh o Túlio já tá com outra aí, durmiu com ela ontem, mas ele acha que eu não sei.

__ Cala a boca Jamil.

__ Credu, deixa eu sair de perto de você senão eu acabo pegando esta doença de canalhice, a gente se fala depois Tulio.

Respondeu a Munique saindo de perto.

__ Jamil, eu não dormi com ninguem ontem, eu só conheci a garota, ela é legal, tá certo que queria ter levado ela pra casa cara, mas acho que ela é a garota que eu quero, então achei melhor respeitar, ir devagar, fazer as coisas certo, entendeu ?

__ Sexo é uma coisa errada ?

__ Ahh cara, esquece, você é um grosso mesmo, nunca entenderia esse lance de sentir algo, tipo ela é super legal, quero que o interesse parta dela e pronto, não vou ficar discutindo isto com você.

__ Mais o que aconteceu afinal ?? pelo menos uns beijinhos você deu neh ??

__ Sim claro, estavamos aqui no Oppen, daí ela tomou demais e disse que queria comer alguma coisa, fomos para o Habbibs, chegando lá, achei que a garota iria comer algo para melhorar, ela pediu foi duas caipirinhas, a mina bebe viu, ohh loco (imitando o Faustão).

__ Então, por isto que você gostou dela neh, você bebe mais que tudo ?

__ Ahh não sei não, acho que o jeito dela, e as coisas que ela me contou se parecem muito comigo, a gente tem muito em comum, deve ser por isto.

__ Ihh sei não heim, isto tá me cheirando a encrenca, se ela se parece com você, então já é encrenca de cara.

__ Ahhh vai te fude Jamil, vamos buscar outra cerveja.

Atravessamos a rua para comprar outra cerveja no posto, a brisa naquela esquina é forte, dá pra sentir o cheiro podre desta cidade a noite, em todo canto uma porcaria diferente.

__ Ela chapou o melão, levei ela pra casa e pronto.

__ E quando é que vou conhecer ?

__ Não vai.

__ Por que não ?

__ Porque você vai estragar tudo, se eu te apresentar pra ela você vai conversar demais e vai acabar estragando tudo mesmo.

__ Ahh cara, vai toma naquele lugar. (Mostrando aquele famoso dedo)

__ Soca esse dedo no cu e assivia o hino do marrocos. Começamos a rir igual uma hiena assiviando o hino do marrocos…

Continua, daqui um tempo (Proximo episódio, carnaval 2009, quando este acabar é claro).

26 de fevereiro de 2009 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário